Arquivo de junho 2010

Os dois Johnny

Certa vez uma professora, estava saindo de sua escola, quando uma mãe se aproximou e perguntou:

- Como o meu filho Johnny está indo em suas aulas?

Esta pergunta deixou a professora um pouco embaraçada, porque havia dois Johnny em sua classe, completamente diferente um do outro, especialmente nas notas. Um tinha notas muito baixas, o outro notas nove e dez. um era um constante tormento o outro uma constante alegria.

Na presa de ir pra casa, a professora pensou e logo concluiu que aquela mulher por sua preocupação com o desempenho do filho, só poderia ser a mãe do “Johnny bom”.

- Ele vai indo muito bem – respondeu – É muito compensador tê-lo na sala de aula, pois sempre está disposto e atento, nunca perturba as aulas e realmente é um ótimo aluno. A senhora deve sentir muito orgulho do Johnny.

No dia seguinte, o “mau Johnny” dirigiu-se até a sua mesa.

- Professora – disse ele -, goste muito do que a senhora falou à minha mãe sobre mim. Prometo que darei o melhor de mim para fazer com que às coisas que a senhora disse se tornem realidade.

Isso não demorou muito tempo. Ele melhorou seu desempenho escolar obtendo notas mais altas e, finalmente para coroar esta mudança teve seu nome incluído na lista de honra ao mérito da escola.

O que a professora de nossa historia descobriu por acidente, é, na verdade do principio da valorização. Quando afirmamos a importância dos outros, nos os estimulamos a modificar suas atitudes, a superar a si mesmo, a melhorar continuamente, a conquistar seus objetivos, e ir em busca de resultados, uma pessoa motivada busca a excelência, atingindo o âmago daquilo que impulsiona a sua existência.

Se as pessoas que estão a sua volta estão desmotivadas, improdutivas sem perspectiva de mudança, comece valorizando o que elas tenham de melhor, mostre a elas o quanto as são importantes e como poderiam ser ainda melhores, e é claro que isso não vai resolver tudo, mas será um bom começo.

Pense nisso!

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Um norte para minha vida!

Os homens de sucesso traçam para sua vida um rumo, um caminho e chegam até o fim. O que esses homens buscam não é a fama o dinheiro ou o prestigio, tudo isso é a conseqüência do seu trabalho.

A historia se rende aos pés desses homens, um deles em especial faço menção de sua vida. Ele tinha um sonho, e na trajetória deste sonho precisou fazer longas viagens que nem sempre eram aprazíveis, por exemplo, três vezes seu navio naufragou, uma vez ficou boiando em alto mar um dia e uma noite, arriscou sua vida nas mãos de salteadores, passou fome, sede, ficou sem ter o que vestir, sofreu a rejeição, o desprezo à desconfiança, inclusive das pessoas que deveriam apoiá-lo, cinco vezes apanhou de acoites, três vezes com varas, uma vez foi apedrejado quase até a morte, foi preso varias vezes, condenado e morto injustamente, tudo isso em decorrência de seu sonho. Seu nome era Paulo – São Paulo, o maior teólogo da igreja Crista, o sonho deste homem era fazer com que o Evangelho de Cristo fosse pregado em todo o mundo – ele conseguiu! E muito mais que isso, seus escritos e obras influenciam o mundo cristão mesmo após vinte séculos de sua morte.

São Paulo tinha tudo para desanimar, mais não foi isso que aconteceu antes de sua morte escreveu a um de seus amigos “Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé.” (cf. II Tm 4:7 – NTLH). São Paulo não se contentou apenas em realizar seu sonho mais deu o melhor de si não se corrompeu, não mudou de lado, amou como ninguém seus inimigos, foi admirado por muitos, influenciou uma geração após outra, sem nunca ter usado uma arma ou da força política e à verdade sempre esteve ao seu lado.

Pergunto-me será que nossa geração conhece o verdadeiro significado da frase “dar o melhor de si?”. Estamos acostumados com o jeitinho brasileiro, de fazer o que se pode em lugar de dar o melhor, e o que será da geração futura? Dar o melhor de si e chegar ao final é uma atitude nobre que só homens e mulheres de sucesso que conhecem o caminho. Pense nisso!


A mulher do fluxo de sangue

A Bíblia nos conta a história de uma mulher que sofria de uma doença rara. Seu período menstrual estendeu-se durante longos doze anos, sem cessar sequer um dia. O sofrimento daquela mulher era maior porque esbarrava na tradição de sua religião. Segundo a lei judaica, uma mulher no período de menstruação ficava imunda e todos os que nela tocassem ficavam imundos durante todo dia (cf. Levítico 15. 19). Não entraremos no mérito da lei judaica, mas como fonte de esclarecimento, alguns criticam a lei em relação à mulher por achar muito dura, mas deve-se analisar que esses livros datam de pelo menos 4 mil anos, num período em que a mulher era vista como objeto e não como pessoa. Se hoje o homem ostenta seu poder aquisitivo com carrões e mansões, naquela época ter muitas mulher era sinal de poder. É aí que a lei entrava, justamente para defender e dar um mínimo de dignidade a elas.

Dentro deste contexto é fácil entender porque ela gastou toda a sua fortuna em busca de uma solução. Ela queria dignidade! E durante esses anos ela procurou incansavelmente a cura e a cada novo médico surgia a expectativa da cura, mas logo depois também a decepção do fracasso. Mas, numa bela tarde, naquela cidade, passava o Mestre dos Mestres e ela pensou: “Se ao menos eu puder tocá-lo”. Como não tinha nada a perder, correu em direção ao mestre, venceu as barreiras do preconceito, do medo e da incerteza e tocou em Jesus e ouviu a mais linda frase de sua vida. “E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã” (cf. São Mateus 9. 22)

A história dessa mulher pode ser a sua história. Quem é o homem entre os mortais que não tem ou não passa dificuldades? Quem nunca sentiu a dor da perda, do preconceito, da impotência diante os problemas? Sem dúvida, todos buscamos algo chamado felicidade e felicidade não é um “pacote” fechado como, por exemplo, uma caixa de sabão. Felicidade é um conjunto de tudo que vivemos. Jesus bem poderia ter passado a mão na cabeça daquela mulher e dito: “Coitadinha de você, a vida lhe foi dura!”, mas não! Olhando para ela, disse “Tenha bom ânimo filha”. Ânimo fala do estado da alma, do espírito e da mente, ter ânimo e ter disposição, decidido e inalterável, em face de situações difíceis e ter coragem e ter vontade de vencer. Jesus sabia que para vencer, o ânimo era a chave do sucesso.

Pense nisso!


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