Palavras-chaves: Cristo

Como fazer um mundo melhor

Um mundo melhor seria praticamente impossível de se ver. Ouvem-se tantas teorias e propostas, mais na prática não é isso que acontece. A sociedade caminha num sentido exatamente oposto ao correto, e isso é fácil de comprovar, porque embora se pareça que temos de tudo, está faltando o principal, o amor ao próximo. Imagine a melhor refeição, do dia com saladas, o tradicional arroz com feijão, carne assada e uma suculenta lasanha – que delícia se não fosse a falta do sal. O sal serve para ilustrar o que precisamos com urgência. 

Nossa sociedade caminha em sentido oposto! Não temos dúvidas e a explicação é simples: a mesma sociedade que cobra mais segurança é a que financia o tráfico de drogas. Essa luta parece desigual. O traficante só está lá vendendo porque tem seu cliente. Os traficantes, assim como todo empresário, só têm sucesso quando têm vendas. Seria fácil acabar com as drogas sem gastar uma bala, sem ter mais nenhum policial morto, caso nossa sociedade fosse mais responsável.

A sociedade cobra mais saúde. Existem filas nos hospitais. Todo mundo quer ser atendido. Claro! É um direito do cidadão, mas a mesma sociedade também esquece quando está numa mesa de bar tomando aquela “gelada” e vai direto para o trânsito. O embriagado perde o controle e engrossa as estatísticas de que álcool e direção não combinam.

 Uma tendência cada dia mais freqüente no ser humano é o ser individualista. Cada qual só pensa em si mesmo, e aquele velho ditado: “Pimenta… no dos outros é refresco”! Parece ser uma atitude cada dia mais natural nas pessoas. Famílias se perdem, amizades se destroem, vidas são tiradas, somente porque cada um pensa mais em si do que nos outros.

 Nas escolas se aprende de tudo, de matemática a metafísica. A disciplina do momento é ecologia, mas ninguém fala de Deus. Num país tradicionalmente cristão, falar de Cristo é quase um pecado! As pessoas precisam aprender o que é o amor. Amor não é sexo, amor não é dinheiro. Ele é o combustível para um mundo melhor. Assim como o sal, o amor serve de tempero à sociedade. Precisamos cobrar mais e também fazer nossa parte. Não dá para brincar na gangorra se não tiver um de cada lado do brinquedo.

Pense nisso!

* O autor é formado em teologia, atua como jornalista e palestrante.


Um norte para minha vida!

Os homens de sucesso traçam para sua vida um rumo, um caminho e chegam até o fim. O que esses homens buscam não é a fama o dinheiro ou o prestigio, tudo isso é a conseqüência do seu trabalho.

A historia se rende aos pés desses homens, um deles em especial faço menção de sua vida. Ele tinha um sonho, e na trajetória deste sonho precisou fazer longas viagens que nem sempre eram aprazíveis, por exemplo, três vezes seu navio naufragou, uma vez ficou boiando em alto mar um dia e uma noite, arriscou sua vida nas mãos de salteadores, passou fome, sede, ficou sem ter o que vestir, sofreu a rejeição, o desprezo à desconfiança, inclusive das pessoas que deveriam apoiá-lo, cinco vezes apanhou de acoites, três vezes com varas, uma vez foi apedrejado quase até a morte, foi preso varias vezes, condenado e morto injustamente, tudo isso em decorrência de seu sonho. Seu nome era Paulo – São Paulo, o maior teólogo da igreja Crista, o sonho deste homem era fazer com que o Evangelho de Cristo fosse pregado em todo o mundo – ele conseguiu! E muito mais que isso, seus escritos e obras influenciam o mundo cristão mesmo após vinte séculos de sua morte.

São Paulo tinha tudo para desanimar, mais não foi isso que aconteceu antes de sua morte escreveu a um de seus amigos “Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé.” (cf. II Tm 4:7 – NTLH). São Paulo não se contentou apenas em realizar seu sonho mais deu o melhor de si não se corrompeu, não mudou de lado, amou como ninguém seus inimigos, foi admirado por muitos, influenciou uma geração após outra, sem nunca ter usado uma arma ou da força política e à verdade sempre esteve ao seu lado.

Pergunto-me será que nossa geração conhece o verdadeiro significado da frase “dar o melhor de si?”. Estamos acostumados com o jeitinho brasileiro, de fazer o que se pode em lugar de dar o melhor, e o que será da geração futura? Dar o melhor de si e chegar ao final é uma atitude nobre que só homens e mulheres de sucesso que conhecem o caminho. Pense nisso!


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