Palavras-chaves: Vírus da Fé

O Catolicismo e seus problemas

Como todos já sabem, o Catolicismo é a vertente do Cristianismo mais disseminada no mundo. Aqui no Brasil, tem o maior número de seguidores entre todas as religiões. O Catolicismo crê que Jesus foi o Messias enviado para a Terra com o objetivo de redimir toda a humanidade do pecado e restabelecer o laço de união com Deus. Entre os preceitos católicos está o conceito de Trindade, que seria o Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo. Mas o que poucos sabem é que desde quando a Igreja Católica foi criada, ela já matou milhares de pessoas pelo mundo, enrolou mais que muitos agiotas e possui mais dinheiro do que muitos bancos internacionais. Ao mesmo tempo em que é a instituição mais poderosa do mundo, a Igreja Católica é também a mais hipócrita, sendo que critica o homossexualismo, o suicídio, pedofilia, entre outras coisas, mas ela própria fez tudo isso e muito mais.

Basta se aprofundar na história para saber que os mosteiros da Idade Média eram verdadeiros prostíbulos, onde os monges bebiam até cair, transavam com homens e com mulheres. Na época, vendiam lugares no céu para os fiéis. Ainda, a Igreja Católica promoveu guerras pelo mundo, as Cruzadas, que eram disputas sangrentas em nome de Deus. Muitos inocentes foram mortos em conseqüência dessas disputas. A Igreja que milhões de pessoas adoram, ao invés de propor a paz, incentivou a discórdia entre etnias diferentes. Lembrando que isso é fato.

A extorsão também faz parte da história da Igreja Católica. Vendendo terreno no céu ou tirando dinheiro dos fiéis, a Igreja também interferia diretamente na política – ainda interfere, e muito. A Igreja possuía muitas terras no período feudal, tinha tanto poder que foi constituído o Clero. Eles tinham muitos privilégios, não pagavam impostos ao rei, recolhiam o dízimo e só deviam obediência ao Papa. Isso todos já conhecemos, pois estudamos nas aulas de história. Com o passar do tempo, a Igreja mudou-se para a Europa, conquistando um país somente para ela. Curiosamente, escolheu um lugar bem desenvolvido para se acomodar, ao invés de um país pobre a fins de ajudar na prática os necessitados. Se analisarmos bem, veremos que muita coisa ainda não mudou. A Igreja Católica ainda tem muitos privilégios no mundo.

Muitos desses problemas da Igreja Católica não ocorrem atualmente, logicamente. A moda agora no Vaticano é a pedofilia. São escândalos atrás de escândalos envolvendo sacerdotes. Somente no Brasil são vários casos. O interessante é que o chefe da Igreja Católica (Papa) pede perdão por tudo que a Igreja já fez de errado na Idade Média. Mas o que poucos sabem é que o atual Papa Bento XVI (Joseph Ratzinger) se recusou a afastar da igreja o padre Stephen Kieste, da diocese de Oakland, Califórnia (EUA), acusado de abusar sexualmente de crianças.

Ontem, no programa Conexão Repórter do SBT, o documentário da BBC de Londres mostrou relatos sobre abusos sexuais e pedofilia cometidos por sacerdotes católicos em vários países, inclusive no Brasil, acobertados pela Igreja e pelo Papa Bento XVI. Uma carta de 1985 prova que o então cardeal Joseph Ratzinger acobertou um pedófilo.

Se a Igreja Católica realmente está arrependida de tudo de ruim que já fizeram ao mundo em toda a história, ela no mínimo deveria renunciar aos seus bens em prol do povo, já que tudo que eles têm foi construído com o dinheiro dos pobres fiéis.

O que me deixa intrigado é saber que mesmo depois da Igreja Católica atualmente omitir fatos criminosos e não fazer nada para erradicar com todas as crueldades que continuam a existir lá, há milhões de pessoas pelo mundo que continuam adorando e seguindo o Catolicismo. É impressionante! Mas vejo que muitos são católicos por não conhecerem toda a verdade, pela falta de acesso as informações. Mas há aqueles que têm acesso e ainda continuam a freqüentar igrejas católicas. Isso é assustador. Ainda há os agnósticos, que entram numa igreja católica num batizado ou casamento e se intitulam católicos, o que colabora com o aumento dessa Igreja e dessa crença. Eu já escrevi sobre o Vírus da Fé. Vale a pena ler.

Penso que somente com a educação e com mais acesso às informações que este quadro lamentável que se encontra atualmente mudará. Isso vale para todas as religiões. Eu não defendo o ceticismo à toa. Um cético aprende mais, conhece as verdades porque corre atrás dos fatos. Não se ilude com aquilo que os outros dizem. Comprove você mesmo tudo o que citei aqui. Você tem acesso às informações.

Abaixo publico o vídeo do documentário da BBC, o qual comentei.


O Retrato do Vírus da Fé

Esta imagem retrata bem como funciona o Vírus da Fé. Neste caso há uma criança inocente sendo moldada pelos pais cristãos. Nas demais religiões ocorre da mesma maneira. Um pai Cristão jamais irá moldar seu filho baseando-se na religião Islâmica, por exemplo, ou Budista. Não existe criança cristã, o que existe são pais cristãos. A criança não tem a opção de escolher qual religião deseja seguir, ou se realmente deseja seguir alguma.

Esta criança que está sendo infectada pelo Vírus da Fé, caso não consiga se livrar do vírus assim que estiver apta mentalmente para raciocinar, irá infectar as futuras gerações, fazendo com que as crenças permaneçam na sociedade com o passar do tempo. Nesta fase da infância é que colocam na mente das pessoas ideias supersticiosas, sendo as principais: céu e inferno. O medo que esta criança terá ao ouvir pessoas lhe falando sobre o inferno, permanecerá por um bom tempo em sua mente. Para as pessoas que não conseguem se livrar do Vírus da Fé, infelizmente este medo permanecerá na mente delas a vida toda.

Publiquei recentemente neste Blog um artigo sobre o Vírus da Fé, para ler clique aqui.


Podemos ser pessoas boas sem religião?

Anteriormente criei o artigo Um Vírus chamado Fé, onde descrevi porque uma pessoa segue uma determinada religião e como as crenças se mantêm em todas as gerações. Desta vez criei este texto atendendo a solicitação de um leitor, o qual publicou um comentário sobre o artigo anterior.

O leitor em seu comentário, basicamente citou que a fé pode mudar a personalidade de uma pessoa. Segundo ele, Deus opera milagres na vida das pessoas, mudando seus hábitos, costumes e pensamentos. Percebo que o leitor quis citar que a fé em qualquer Deus é importante para que uma pessoa tenha atitudes lícitas diante a sociedade. Teoricamente para ele, sem religião não há moralidade. Posso estar enganado com relação o pensamento do caro leitor, mas certamente esse é um ideal que muitos religiosos têm em mente. Muitos acham que é difícil ter na sociedade pessoas de boa conduta sem terem fé em Deus, ou sem seguir alguma religião. Afirmam que é difícil a existência de moralidade sem que haja qualquer tipo de fé. Mas o que seria a moralidade para aqueles que acreditam em Deus? Paremos para pensar um pouco.

Penso que se uma pessoa pratica o bem para obter recompensa e aprovação de Deus, ou para evitar a punição (não queimar no fogo eterno), isso não é moralidade, mas sim uma grande bajulação. Suponhamos que uma pessoa crente afirma que na ausência de um Deus faria o mal, mataria, roubaria e cometeria crimes, esta pessoa seria completamente imoral. Agora, se esta pessoa afirma que teria boas condutas mesmo sem um Deus, ela automaticamente está admitindo que Deus não é necessário para ser uma pessoa boa. Uma pessoa que só muda de atitudes devido à religião, é um tanto quanto imoral. Vou repetir: boa parte dos religiosos acha que a motivação que uma pessoa tem para ser boa vem da religião. É como pensar que se todas as religiões do mundo de repente acabassem todas as pessoas se tornariam más, sem bondade, caridade, seriam todas egoístas. Realmente, a meu ver para uma pessoa ser ou se tornar boa não é preciso a intervenção da religião, ou de um pastor para convertê-la, tampouco haver um “milagre divino” para a pessoa ter uma vida melhor.

Há muitas pessoas que afirmam que ateus por não seguirem nenhuma religião são pessoas más, que cometem crimes e fazem muito mal à sociedade. Hitler, por exemplo, era católico – embora muitos afirmem incorretamente que ele era ateu – mesmo sendo um religioso ele praticou o mal. Se visitarmos cadeias pelo mundo veremos que há muitos presos religiosos que têm fé em Deus e mesmo assim praticaram crimes, muitas vezes motivados pela própria fé (há muitos casos de pessoas que mataram porque segundo elas “Deus ordenou”). Muitas tragédias praticadas pelo mundo foram motivadas pela fé, como por exemplo, o caso das torres gêmeas nos EUA, em 2001. Se um homem que era bêbado, batia na mulher e nos filhos, gastava dinheiro com prostitutas, de repente um pastor o converte e ele se torna um evangélico fiel a Deus e sua vida muda para melhor, não vejo evidência nenhuma de um suposto milagre de Deus na vida desta pessoa. Muitas guerras existentes no mundo são motivadas por religiões, isto é fato! Por que então, Deus não opera milagres nestes povos que estão em conflitos? Seria fácil para Ele converter todos, já que Deus é onipotente, conforme dizem os religiosos.

A justificativa que a maioria dos religiosos usa para defender a fé em Deus, é que sem religião não teremos como saber o que é bom e o que é mal. Que sem religião não há um padrão de moralidade. As evidências que vemos no dia-a-dia não sustentam a ideia de que a religiosidade está ligada a moralidade. Sem querer fazer no momento apologia ao ateísmo, mas dificilmente se vê um ateu cometendo crimes, matando pessoas ou praticando assaltos (vou publicar um artigo descrevendo o ateísmo, pois muitos confundem Ateu com Anti-Cristo), isso porque geralmente ateus são bem instruídos, têm um nível maior de inteligência ou ponderação que impedem de praticarem atos criminosos.

Claro, há casos isolados de pessoas que se autodenominam ateus sem serem na realidade, mas uma pessoa que realmente segue o ateísmo jamais comete crimes, pois o ateísmo verdadeiro está diretamente ligado ao humanismo, que nada mais é do que um sistema ético que todo ateu segue, fazendo com que prevaleça sempre o respeito à vida e todos os seus componentes. O que quero citar aqui é que o fato de uma pessoa não seguir uma religião ou não ter fé em Deus, não significa que esta pessoa pratique o mal, que seja imoral diante a sociedade. Há muitos religiosos criminosos, por outro lado há muitas pessoas sem fé em qualquer Deus e sem nenhuma religião praticando o bem. Podemos sim ser pessoas boas sem religião.


Um Vírus chamado Fé

Um dos assuntos mais discutidos em todo o mundo sem dúvida é a origem da vida e seus mistérios. Progressivamente, a ciência tem desmascarado velhos mitos religiosos que explicavam como tudo foi criado, porém, ainda há pessoas que aderem ao Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, ou outro tipo de crença, e continuam preferindo rejeitar a razão e ter fé em seu onipotente criador. Por mais avançada que a ciência fique, a fé ainda permanece entre as pessoas, e esta fé irracional sustenta a intolerância presente na sociedade.

Existem no mundo milhares de crenças e muitas religiões, todas com seus dogmas, costumes, ideais, e principalmente: todas seguem um Deus. Isto é, existem vários deuses, mas qual deles realmente é real? Cada crença defende o seu Deus e nega a existência de outros. Por exemplo, um dos dogmas da igreja Católica é “Não existe mais que um único Deus”. A verdade é que tudo que se diz respeito a religião do outro é chamado de Mitologia. Tudo isso porque há no mundo um vírus poderosíssimo capaz de influenciar boa parte da humanidade. Trata-se de um vírus chamado Fé.

Por que uma pessoa é cristã e não muçulmana, por exemplo? Todos os seres humanos nascem sem fé em algum Deus, mas são impelidos a terem fé em um determinado Deus na medida em que são educados e doutrinados socialmente a aceitá-lo. No Brasil o Cristianismo é predominante, isso é fato. Em toda cidade se vê igrejas católicas e evangélicas. Dificilmente se veem budistas ou muçulmanos pelas ruas. Já na Arábia Saudita, por exemplo, onde o Islamismo é predominante, dificilmente se vê um cristão. Uma determinada pessoa aqui no Brasil é cristã porque vive num país onde o Cristianismo domina as demais religiões. Ou melhor, é cristã porque seus pais fizeram com que ela se tornasse uma também. Se esta pessoa tivesse nascido na Indonésia, certamente seria muçulmana e seu Deus seria Alá (Allah), o seu salvador Maomé, não Jesus Cristo. Todo crente, independente da sua religião, sempre vai defender o seu Deus. Vai alegar que somente o seu Deus é o verdadeiro, que os demais são mitos e ilusórios, e que são falsos.

O Vírus da Fé pode ser pego através de um pregador carismático ou um livro persuasivo, mas geralmente é hereditário. As crianças são mais vulneráveis. O Vírus da Fé é transmitido logo na infância pelos pais e também professores na escola. Isso acontece de geração a geração. A Cura? Viver abalizado em razão, com pensamentos racionais, resistir às ilusões. Poucos conseguem isso. Aqueles que não conseguem sempre terão na mente as idéias assimiladas através do vírus e serão sempre crentes, ou então, agnósticos com relação a um Deus, céu e inferno, entre outras coisas que são jogadas nas mentes das pessoas desde a infância, principalmente com relação à criação do Universo. A pessoa que não elimina o Vírus da Fé de si, provavelmente infectará a próxima geração. É assim que todas as religiões e crenças se mantêm presentes na vida das pessoas. Quando cito crença, me refiro às milhares que existem pelo mundo.

Toda criança aceita os conhecimentos das figuras de autoridade, ela é geneticamente pré-programada para isso, ou seja, o que seus pais lhe disseram ela vai assimilar como sendo verdade. Por exemplo, um pai diz ao seu filho “não coloque o dedo na tomada porque faz mal”, a criança vai acabar assimilando esta ideia. Outro exemplo, “não pule daí que você vai se machucar”. Uma criança que fosse cética em determinadas situações como estas certamente morreria. Toda criança crê no que pessoas mais velhas lhes dizem. Tudo o que se diz a uma criança ela acreditará, mesmo sendo algo absurdo. Quando esta criança cresce, é certo que passará tudo o que aprendeu para outras crianças, para seus filhos, e assim será de geração para geração, fazendo com que a crença nunca se acabe. Céu e inferno, isso ensinam para as crianças desde pequenas – “se você for uma criança má não vai poder brincar com Jesus e não vai ver o papai do céu”. Vejo que há de fato um grande abuso da inocência infantil com ideias supersticiosas de inferno e castigos.

Ninguém pode dizer que uma criança é Petista só porque os pais são filiados ao PT, ou então que as crianças são tucanas porque os pais seguem o PSDB. Isto porque as crianças são pequenas demais para decidirem em qual partido político querem seguir. Mas quando se trata de religião a história muda. As crianças são obrigadas a seguirem a religião dos pais. Quando cito “obrigadas” afirmo com plena convicção, pois não existem crianças católicas, por exemplo, o que existem são pais católicos. Toda criança é moldada pela crença de seus pais. Ninguém vê pais evangélicos criando filhos católicos.

Suponhamos que você seja uma pessoa católica, ou simplesmente cristã, é bem provável que seja uma pessoa infectada pelo Vírus da Fé. Ou seus pais são muçulmanos e você por conta própria resolveu ser uma pessoa cristã? Você acredita no Deus cristão, o Deus de Abraão. Por que não tem fé em Alá, ou em Zeus, Buda e até mesmo no Unicórnio Cor-de-rosa Invisível? Você é cristão porque foi ensinado que o Deus cristão é o único, que Ele é o criador de tudo e que não há outro além dEle. Lhe ensinaram que Jesus é o salvador e que todos os outros deuses que dizem que existem são falsos. Você é brasileiro, seus pais são brasileiros. No Brasil o Cristianismo predomina. Se você tivesse nascido na Índia, o Vírus da Fé lhe atacaria também, mas certamente você não seria um cristão. Se você nascesse e vivesse na Arábia Saudita, você seria uma pessoa infectada pelo vírus e seria um muçulmano, sua religião seria o Islamismo e não o Cristianismo, seu Deus seria Alá, você teria em mente que o Deus cristão é mito e que todas as histórias da Bíblia não passam de fábulas. Você teria fé em Maomé e não em Jesus. O que faz com que esteja certo com relação a sua religião e errado com relação à crença dos outros? Pare, pense e reflita.

E então, você está infectado?


A razão da existência deste Blog

Algumas pessoas ao lerem os artigos que irei publicar neste blog certamente irão pensar “este sujeito deseja influenciar de forma negativa as pessoas”. É muito provável que leitores religiosos e crentes ficarão ofendidos ao lerem os artigos, virão um respeito insuficiente por suas crenças.

A fé é vista na sociedade como algo inquestionável. Afirmações como “não se pode falar mal de qualquer religião e ponto final”, ou então, “fé não se discute” são ditas por boa parte da população. Quando alguém discute política, por exemplo, criticando o partido que você segue é algo totalmente aceitável. Porém, se alguém critica sua crença, esta pessoa é vista como uma pessoa do mal. Infelizmente em pleno século XXI, o século do conhecimento, os céticos são vistos por muitos na sociedade como pessoas que contém rabo e chifres. Publicarei um artigo especificando esta afirmação.

Existe um respeito exagerado por parte das pessoas pela religião. As pessoas estão acostumadas a não questionarem ideias religiosas, por isso quando alguém resolve debater a fé as pessoas se revoltam. Não vejo nada de errado debater ideias relacionadas à fé, da mesma forma que não há nada de errado debater ideias políticas. O fato é que as religiões têm uma série de privilégios na sociedade. Dificilmente se vê colunas em jornais, revistas, rádios ou programas na Tv sobre ateísmo e ceticismo. O que mais se vê são colunistas religiosos publicando ideias e textos relacionados à fé em Deus (e este Deus não é Alá, Thor, Zeus, Apolo, o Unicórnio Cor-de-rosa Invisível ou qualquer outro Deus que muitas outras crenças defendem). Ou então, há muitos televangelistas tentando converter almas perdidas pelo mundo, transmitindo às pessoas um vírus muito poderoso. Publicarei um artigo sobre este vírus na sequencia.

Então, a razão da existência deste blog se faz valer pela justiça que deve existir na sociedade. Nada mais justo do que um ateu cético ter a oportunidade de publicar seus ideais, da mesma forma que um religioso publica seus textos e afirmações sobre a fé e sobre Deus.


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