Na fase final da elaboração do seu estatuto e com parte da diretoria montado o Observatório Social em Mafra (OS) deve começar a atuar no mês de abril. Antes será necessário a realização de uma assembleia geral com a presença de seus apoiadores, mantenedores e voluntários para que o ato de constituição seja aprovado.
O advogado e presidente do Observatório Social em Mafra, Francisco Kenji Nishioka, disse que o OS é a mais nova ferramenta de combate a corrupção política e que a corrupção no país se alastrou de maneira tal, que os órgãos competentes e autoridades carecem de toda ajuda possível. “Entendo que o problema nacional preocupa a todos, mas, para ocorrer a mudança, devemos inicialmente conscientizar-se, repassar a cultura da cidadania para a unidade familiar e adiante, para a comunidade onde vive. A ideia é simples, cuidar de nosso quintal. Elegemos o Observatório Social como a ferramenta mais eficaz e acessível ao povo para o combate de parte desta corrupção, a sua boa atuação fatalmente irá estrangular os desvios das verbas públicas que geram prejuízos irreparáveis na estrutura da saúde, educação e demais setores”, completou.
O Observatório Social em Mafra tem o apoio de diversas entidades, associações, clubes de serviços, empresas, pessoas físicas, entre elas: OAB Subseção de Mafra, CDL, ACIM, Sesi, Senac, Senai, Sesc, SincoMafra, Rotary e Lions Club de Mafra, Maçonaria, Universidade de Contestado, CREA, Sicoob Crediplanalto e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
OBSERVATÓRIO SOCIAL
Os Observatórios Sociais são associações sem fins lucrativos, cujo objetivo é a fiscalização da correta aplicação dos recursos públicos no âmbito municipal. Também promove ações de cidadania fiscal, conscientizando a população em relação a importância de pagar os tributos e de exigir a correta aplicação desses recursos. Além disso, há a produção de indicadores de eficiência da administração pública que permitem mensurar os trabalhos efetuados pela prefeitura e compará-los com as demais.